Não tenho duvida alguma que as IPSS garantem grande parte das responsabilidades do Estado, sociais e de saúde aos cidadãos mais carenciados. O que me custa ver é parcerias de negócios miseráveis (para as IPSS) mas que à custa delas, o estado torna-se patrão das IPSS, tratando-as como se fossem um grande grupo económico, com exigências e mais exigências. A exigência é bem vinda, mas terão então também de pagar como se as IPSS fossem um grande grupo económico. No final fazem o mesmo, cuidam de pessoas e até com mais humanização e carinho. Costuma dizer-se que isto não tem preço, não é? Pois, mas essa expressão, senhor Estado, é para acrescentar valor, não é para levar à letra. Se este paradigma de subfinanciamto às IPSS não mudar urgentemente estou em crer que a RNCCI (entregue sobretudo às IPSS) não dura mais 10 anos. Voltaremos ao tempo do doentes dependentes despejados em asilos sem condições e cuidados adequados, os carenciados claro.
Ainda não temo a morte, contudo espero que ela venha o mais tarde possível… No entanto já morri e renasci. Tanto tenho ainda por fazer, tanta pedra bruta por desbastar no meu interior, quero (re)construir o meu templo, quero ser imortal. Em certa medida já atingi a imortalidade, para quem me ama e eu sei que existe quem me ama, porque eu também amo. Não temer a morte transforma-nos em homens livres e poderosos. Gosto disso. Habituei-me a ser livre e poderoso, deve ser essa a principal fonte de inveja do meus inimigos. Tenho uma novidade para eles: Sou cada vez mais livre e poderoso e os meus amigos são 10 vezes mais que os meus inimigos e tão poderosos quanto eu.
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